Texto que não deixa respirar
Margem apertada, entrelinha curta, linha longa demais. O olho perde a linha de volta e a leitura vira esforço.
Design · Diagramação editorial
Projeto gráfico, grade, estilos e fechamento de arquivo para publicações inteiras — com revisão de prova e acompanhamento de gráfica.
Um livro, uma revista ou um e-book mal diagramado cansa antes da página dez — e o leitor culpa o texto, não o layout.
Margem apertada, entrelinha curta, linha longa demais. O olho perde a linha de volta e a leitura vira esforço.
Título de um jeito na página 12, de outro na 40. Sem estilos de parágrafo definidos, consistência depende de memória humana.
Sangria ausente, imagem em RGB, fonte não incorporada, resolução baixa. O erro aparece no orçamento e no prazo, quase sempre em cima da hora.
E-book que não funciona no celular, sem sumário navegável e com peso de 80 MB. Formato de tela pede projeto próprio.
Já diagramamos jornais, revistas, catálogos técnicos e materiais institucionais — com fechamento de arquivo e acompanhamento de gráfica.
Duas edições completas: grade de jornal, hierarquia de manchetes, tratamento das fotos e diagramação de pautas de cidadania, meio ambiente e protagonismo estudantil.
Catálogo de produtos de proteção contra raios: tabela de especificação legível, hierarquia de família de produto e páginas que a equipe comercial usa na visita.
Diagramação de coluna em revista e desenho de bloco de pedido operacional — do editorial ao impresso de uso diário.
Peças e presença editorial na revista da comunidade de empreendedores Conexão SV, incluindo matéria de capa desenvolvida com o cliente.
Diagramar não é despejar texto num template. É construir a estrutura que faz a publicação inteira se comportar.
Livro técnico, revista institucional e e-book de captação pedem projetos gráficos diferentes. A decisão começa por quem vai ler e em que situação.
Formato, mancha, margens, colunas, entrelinha e escala tipográfica definidos e testados numa prova de leitura real antes de aplicar em tudo.
Toda a publicação governada por estilos. Uma mudança de hierarquia se propaga em segundos, não em três dias de retrabalho.
Recorte, ajuste de cor para o papel escolhido e redesenho de tabelas e gráficos quando o original não sobrevive à impressão.
Viúvas, órfãs, hifenização, rios de espaço, quebra de página em lugar ruim. É a etapa que separa trabalho profissional de arquivo montado.
PDF/X com sangria, marcas, perfil de cor e fontes incorporadas — e conversa direta com a gráfica quando aparece dúvida na produção.
Miolo completo, capa, lombada calculada pela gramatura e ficha catalográfica posicionada.
Grade editorial, aberturas de matéria, boxes, créditos e espaço publicitário organizado.
Projeto pensado para tela, com sumário navegável, links funcionais e peso controlado.
Estrutura para dezenas ou centenas de itens, com padrão de ficha técnica reaproveitável.
Relatório anual, apresentação de resultados e portfólio impresso com hierarquia clara.
Arquivo pronto para produção, com prova digital e checagem de cor antes de rodar.
A mesma publicação pode precisar de duas versões: uma para o papel, com sangria, perfil de cor e mancha calculada para a costura; outra para tela, com contraste, tamanho de fonte e navegação repensados.
Fazemos as duas e mantemos o parentesco visual entre elas — sem que a versão digital pareça a sobra da impressa.
Quando a publicação também precisa existir como página web, o desenvolvimento sai da mesma casa: o time que diagrama conversa com quem escreve o código.
O ideal é receber o texto já revisado e fechado. Fazemos a revisão de prova — a checagem do que a diagramação provocou: viúvas, órfãs, quebras de linha ruins, numeração, sumário e chamadas de página. Revisão gramatical do conteúdo é etapa anterior.
PDF fechado no padrão que a gráfica pedir: formato final, sangria, marcas, perfil de cor CMYK compatível com o papel e fontes incorporadas. Antes de fechar pedimos as especificações da gráfica — cada equipamento tem exigências próprias.
Não devem sair. Impresso tem página de tamanho fixo e leitura em papel; tela tem largura variável e leitura no celular. Fazemos o projeto de tela como projeto próprio, com sumário navegável e peso controlado, em vez de exportar o miolo do impresso como PDF.
Depende do número de páginas, da quantidade de imagens e tabelas e de quantas rodadas de prova o cliente precisa. O que mais mexe no prazo é o original chegar incompleto ou mudar depois da diagramação começar — por isso pedimos texto fechado antes de aplicar a grade.
Mande a contagem aproximada de páginas, o formato pretendido e o prazo. Devolvemos uma estimativa de projeto gráfico e de produção.
Se ainda não sabe qual formato faz sentido — livro, e-book, catálogo, revista — essa também é uma boa primeira pergunta.