Calendário cheio, funil vazio
Nove posts por semana, três reels, dois carrosséis. E o comercial continua recebendo o mesmo número de contatos de sempre. Volume virou objetivo por falta de outro.
Marketing · Gestão de redes sociais
Presença construída com território de conteúdo, sistema visual próprio e uma métrica que o comercial reconhece. Feed é meio, não entrega.
A conta publica sem parar, o alcance cai, e ninguém consegue dizer qual post trouxe cliente — porque nunca foi definido o que seria sucesso.
Nove posts por semana, três reels, dois carrosséis. E o comercial continua recebendo o mesmo número de contatos de sempre. Volume virou objetivo por falta de outro.
Cada peça sai com uma fonte, um tom e um enquadramento diferentes. Quem vê o feed de longe não reconhece a empresa — e reconhecimento é o único ativo que a rede social constrói de graça.
Impressões, curtidas, “engajamento”. Nenhuma linha sobre conversas iniciadas, orçamentos pedidos ou custo por contato qualificado. Métrica de vaidade é confortável e cara.
Frase motivacional de segunda, meme de quarta, produto na sexta. O público aprende a ignorar justamente o dia em que você fala de negócio.
Um mês de operação vale pouco se ninguém combinou o que ele deveria mover. Começamos definindo isso — e só depois abrimos o Canva de ninguém.
Auditoria do que já foi publicado, do que performou e do que o comercial ouve dos clientes. Mapeamos as objeções reais de venda: elas viram pauta.
Em vez de “postar todo dia”, definimos de três a cinco territórios que a marca ocupa — autoridade técnica, bastidor, prova social, oferta. Cada peça nasce dentro de um deles.
Grades, tipografia, tratamento de imagem e templates que sua equipe consegue reaplicar sem nos chamar. Consistência não pode depender de disponibilidade de agência.
Roteiro, arte, redação e agendamento dentro de um calendário aprovado com antecedência. Nada de peça aprovada na véspera às 23h.
O que cresceu, o que caiu, o que vamos parar de fazer. Relatório com decisão no fim, não só gráfico. Se um formato não está pagando o esforço, ele sai da grade.
Três operações em que rede social não foi feed bonito, foi peça de um plano maior.
Campanha de causa exige tom exato: acolhimento sem leviandade. Construímos o sistema visual e a linha editorial da ação, com peças que sustentaram a conversa sem transformar o assunto em oportunidade de venda.
Criativos de curso, anúncios de mentoria e apresentações de palestra sob a mesma identidade. O conteúdo de rede social e o material de evento passaram a se reconhecer.
Sistema de capas de aula e peças de conteúdo para uma operação de desenvolvimento humano — produção em escala sem que cada aula parecesse de uma marca diferente.
Casos de rede social costumam ser mais convincentes ao vivo, com os perfis abertos. Pede que a gente mostra.
Ver o portfólio completoUm pacote mensal típico. Ajustamos volume e frentes conforme o porte da operação — e o que sai do escopo é dito antes, não na fatura.
Calendário com pauta, formato, território e objetivo de cada publicação, aprovado antes do mês virar.
Estáticos, carrosséis e capas de vídeo dentro do sistema visual da marca — não de template genérico.
Texto escrito para o negócio: com CTA compatível com o estágio de quem lê, não “link na bio” em tudo.
Operação da conta, agendamento e acompanhamento das primeiras horas de cada publicação.
Os criativos que performam organicamente já saem versionados para virar anúncio, sem retrabalho.
Números, leitura e recomendação do que muda no mês seguinte. Reunião de fechamento quando fizer sentido.
Não fazemos compra de seguidores, robô de engajamento nem “pacote de 30 posts” sem estratégia. É uma escolha comercial: esse tipo de entrega não sobrevive a uma auditoria de resultado.
Alcance é consequência. O que a gente persegue é reconhecimento e conversa qualificada — as duas únicas coisas que o comercial consegue usar.
Não trabalhamos com multa de permanência. O que pedimos é um horizonte mínimo de três meses, porque abaixo disso não há amostra suficiente para separar o que funcionou do que foi acaso. Se não fizer sentido continuar, a gente encerra e entrega os arquivos editáveis.
Depende do projeto. Fazemos direção e roteiro sempre; a captação pode ser nossa, do time interno do cliente ou de um parceiro local. O importante é que o material bruto chegue dentro de um padrão que já definimos antes — senão a edição vira remendo.
Gestão de comunidade é um escopo à parte e precisa ser combinado. Quando entra, definimos junto os limites: o que a agência responde sozinha, o que vai para o comercial e o que nunca é respondido sem aval do cliente.
Dá, e muitas vezes é o certo. Presença em cinco redes com equipe para uma costuma render menos do que um canal bem operado. Ampliamos quando o primeiro canal já tem ritmo e leitura de dados.
Mande o @ da empresa e o que o comercial precisa que aconteça. Respondemos com uma leitura franca do que está acontecendo hoje, o que dá para corrigir sem investimento novo e o que exige produção.
Sem apresentação de 40 slides antes da primeira conversa útil.