Ninguém contrata um site ruim de propósito. A história é quase sempre a mesma: a empresa precisa de um site, pede alguns orçamentos, e um deles vem com um número que parece bom demais. R$ 500. Às vezes R$ 300. “Fica pronto em uma semana.”
E fica. O problema não aparece na entrega. Aparece nos doze meses seguintes — em silêncio, sem nota fiscal, sem que ninguém perceba que está pagando.
O custo que não está no orçamento
Um site barato raramente é um bom site com desconto. Para caber no preço, ele corta. E corta exatamente as partes que ninguém vê na entrega, mas que fazem o site funcionar:
- Estratégia: ninguém pergunta quem é o seu cliente ou o que ele pesquisa.
- Texto: você recebe um molde e escreve no fim de semana, do jeito que der.
- SEO: o site existe, mas o Google não tem motivo para mostrá-lo.
- Propriedade: domínio no CPF de quem fez, acesso que ninguém entrega.
A matemática do prejuízo
Vamos imaginar uma empresa de serviços cujo cliente médio vale R$ 1.500. Nada de exagero: um conserto, uma instalação, um projeto pequeno.
| Site de R$ 500 | Site de R$ 3.000 | |
|---|---|---|
| Aparece nas buscas do serviço | Raramente | Estruturado para isso |
| Leva o visitante ao WhatsApp | Às vezes | Em todas as páginas |
| Clientes que deixam de chegar | Muitos, sem que você saiba | Menos |
| Precisa ser refeito em 1 ano | Frequentemente | Não |
Se o site certo trouxer dois clientes a mais por ano que o barato, são R$ 3.000 a mais no caixa — e o site melhor já se pagou. Se trouxer um por mês, a diferença passa de R$ 18.000 por ano. O site de R$ 500 não economizou R$ 2.500. Ele custou dezenas de milhares.
Os quatro sintomas de que você caiu nessa
- Para trocar um telefone, você precisa pedir para alguém — e esperar dias.
- Você não sabe quantas pessoas visitam o site, nem de onde vêm.
- Ninguém nunca disse “achei vocês no Google”.
- Você não sabe em nome de quem está o domínio.
Se marcou dois ou mais, o seu site não é um ativo. É uma despesa que você já pagou e que continua cobrando em clientes perdidos.
Mande o link. A gente avalia se dá para aproveitar alguma coisa ou se refazer sai mais barato — e diz isso com todas as letras.
Falar no WhatsAppO meio do caminho que quase ninguém conhece
“Mas eu não tenho R$ 3.000 agora.” É justo. É por isso que existe o site por assinatura: R$ 500 de implantação e R$ 250 por mês no 3BF CMS. Você começa com a mesma entrada do site barato, mas recebe um site profissional, um painel para editar sozinho, CRM e Google Analytics. Explicamos a conta inteira em site por assinatura vale a pena?.
Antes de contratar o próximo site
Faça três perguntas a qualquer fornecedor — inclusive a nós:
- O domínio vai ficar no CNPJ da minha empresa?
- Quem escreve os textos e como eles foram pensados para o Google?
- Eu consigo atualizar o site sem depender de vocês?
Se a resposta para qualquer uma for vaga, o preço baixo está te contando uma história. Vale ouvir antes de assinar.
Perguntas frequentes
Site barato é sempre ruim?
Não. Existem sites simples e honestos que cumprem o papel de presença básica. O problema é quando o preço baixo é conseguido cortando estratégia, texto, SEO e propriedade — justamente o que faz o site trazer clientes.
Qual é o preço justo de um site profissional?
Na 3BF, sites profissionais começam em R$ 2.500 (site essencial), passam por R$ 3.000 (institucional), R$ 6.000 (sob medida) e R$ 10 mil ou mais (catálogo, loja, sistemas). Há também a opção por assinatura a partir de R$ 250 por mês.
Como saber se o meu domínio está no meu nome?
Consulte o domínio no Registro.br (para .com.br). O titular aparece na consulta. Se for o CPF ou CNPJ de outra pessoa ou empresa, peça a transferência o quanto antes.